Formação de instrutores de skate na pista do Sumaré

23 de setembro de 2016 ● POR Cesar Gyrão

Por Fernanda Creazzo • Fotos: Adriano Rebelo

Nesta quarta feira, 21 de setembro, eu tive a oportunidade de participar do primeiro curso para instrutores de skate na pista do Sumaré (Parque Zilda Natel, em São Paulo ), com o autor do livro Tatan Vida de Skatista, Frederico Manica. Junto a ele, a organização do Projeto Big Ball (Wanderley Duarte “Bolão”) e o fotógrafo Adriano Rebelo.

O objetivo do curso é formar instrutores de skate “quebrando tabus” impostos pela sociedade, incentivando o respeito mútuo, humildade e união de gerações de skatistas espalhados pelo Brasil.

Frederico destaca o skate como esporte que educa, “criando uma sintonia entre todas as idades que tenham interesse em praticar aprendendo”. Como idealizador do projeto e sem vínculos com associações, vem desenvolvendo um ótimo trabalho, já que no momento, ainda são poucas as certificações regulamentadas pelas universidades do país.

Frederico trouxe o exemplo que necessitamos para o crescimento do esporte, incluindo praticantes agora como instrutores de skate, sendo levados a sério, onde poderão exercer seu lifestyle como “Coachs do Skate”, prestando serviços à comunidade ou até mesmo particulares. Um dos caminhos para aprimorar essa função, é a formação em Educação Física, recomendada por ele.

O curso custou apenas 1 kg de alimento não perecível ou um material de skate.

A próxima edição ainda não foi divulgada, mas aproveitando o espaço como escritora dessa matéria e skatista, eu espero que haja muIMG_7536ita empatia sobre esse assunto e que abram-se muitas portas para esta nova forma de desenvolvimento humano.

Escolas de skate, além de ensinar, unem, motivam, transformam vidas, trazendo foco para as pessoas, vida social, determinação e saúde. O tal sonhado skate para todos, vai acontecer! Tanto na parte social como privada. Vejo um grande futuro entre as classes, longe da criminalidade e das drogas.