Como foi o Maze Fest

20 de dezembro de 2019 ● POR Divulgação

A Maze, rede de lojas de sneakers e streetwear, realizou sua terceira edição do Maze Fest. O evento aconteceu dia 01 de dezembro (domingo) no Expo Center Norte em São Paulo.

O festival é a maior feira de streetwear da América Latina e contou com campeonatos de skates, feira de sneakers, talks, exposições de arte e shows.

O festival teve uma estrutura completa, em mais de 7 mil metros quadrados que abrigou stands, com novas marcas e marcas já consolidadas, e público estimado em 10 mil pessoas. Alguns dos principais lançamentos programados para o segundo semestre foram realizados durante o festival.

Além disso, o evento também abrigou palestras, exposição de arte, campeonato de skate, shows e feira de Sneakers.

A banda paulistana CPM 22, que acumula mais de duas décadas de carreira e leva nas costas premiações como o Grammy 2008 na categoria Melhor Banda de Rock Nacional, agitou o evento.

“Suor e Sacrifício”, último álbum do quinteto, regeu a apresentação com faixas como “Combustível” e “Ser Mais Simples”, mas sem deixar de lado clássicos como “Dias Atrás” e “Um Minuto Para O Fim Do Mundo”.

Dead Fish, um dos símbolos do hardcore mundial, também compareceu, com disco recém-lançado, -o oitavo da carreira com 28 anos de existência-, “Ponto Cego”. A banda segue acumulando elogios e regendo uma nação inteira de fãs que cantam de cabo à rabo todos os sucessos como “Sangue Nas Mãos” e “Sonho Médio”.

A Maze também contou com a presença do rapper Djonga apresentando a turnê do seu segundo álbum, lançado neste ano, “Ladrão”, comandado por “Leal”, “Tipo” e “Heat Trick”, foi a principal atração da noite.

Além dos shows, os talks fizeram parte da programação do Maze. Para discutir e refletir sobre a história, evolução e tendências do streetwear, um time de experts foi escolhido para compor as palestras.

Dentre eles, o skatista Lance Moutain , fundador da The Firm – uma das marcas de skateboarding mais relevantes da década que revelou para o mundo Bob Burnquist & Rodrigo TX – e também da host do 411VM video-revista americana que revolucionou a cobertura e o acesso a vídeos de skates.

Além dele, para ministrar os talks, o Maze Fest convidou Marina Góes (Brazilian Apparel), Rafaella Vanni, Maíra Botelho (Pimp My Sneakers) e Izabelle Capuzzo para o talk “Streetwear Girls”.

Marco “Grilo”, Vinicius Brandão (I Love Sneaker), João Guilherme (ator), Jé Santiago (Recayd Mob), Raphael (Recayd Mob) e Pérsio Tagawa (proprietário da Maze) participaram do talk “A cultura sneaker dentro do streetwear”.

Luquinhas (Ademafia) tocou o talk “Skate como ferramenta de transformação e inclusão social”.

As quatros décadas do skate inspiraram o campeonato Maze Street Ages, competição de skate inédita que aconteceu pela primeira vez nesta edição do festival. O campeonato celebrou quatro décadas do skate em formato único e homenageou a partir dos anos 70, os pioneiros de Dogtown até os anos 2000 em quatro provas inspiradas e julgadas pelas manobras e estilos de cada época.

Entre os skatistas que participaram estava Felipe Gustavo, Felipe Ortiz, Gabriel Fortunato, JP Dantas, Klaus Bohms, Luiz Apelão, Lucas Xaparral, Tiago Lemos, Yuri Facchini, entre outros.

O campeonato foi dividido em cinco etapas com uma premiação total de R$20 mil. Os campeões de cada etapa ganharam R$4 mil e, além do valor em dinheiro, um prêmio extra no valor de mil reais em todas as etapas para contemplar o melhor estilo na reprodução do visual das épocas.

Ganhadores:
Anos 70 – Gabriel Fortunato
Fantasia 70 – Leonardo Fernandes
Anos 80 – Murilo Peres
Fantasia 80 – Paulo Barata
Anos 90 – Yuri Facchine
Fantasia 90 – Leonardo Bodelazi
Anos 2000 – Yuri Faccchine
Feminino – Marina Gabriela